segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tua Canção

Copas fracas e amareladas, eleições polarizas (e um tanto iguais...) e tristes enchentes varrendo meu Pernambuco... E eu só querendo ficar agasalhada em seus braços másculos, cantando em seu ouvido e revendo, ao lado dele, pela ducentésima primeira vez, um clássico moderno de um Cinema brilhante e de sonhos...

sábado, 12 de junho de 2010

Namorados...


Eu não sabia explicar nós dois, ele mais eu... Mas ele foi me levando pela mão, porque era ele, porque era eu, e, afinal, começaria tudo outra vez, se preciso fosse, meu amor!

Dizem que tô louca por querer você assim, por pedir tão pouco e me dar por feliz... Especialmente quando você me chora dores de outro amor, se abre e acaba comigo! Você, minha flor, meu bebê com cara de bobo e voz de mandão! Você, que dá dentro da gente e que não devia, que desacata a gente feito uma aguardente que não sacia ou feito estar doente de uma folia: nem todos os unguentos vão aliviar os suores a me encharcar nos tremores que vêm agitar e nos ardores que me vêm atiçar a lembrança da distância de teu toque nascendo, rompendo, rasgando, tomando, meu corpo - e então eu chorando, sorrindo, sofrendo, adorando, gritando feito louca, alucinada e criança, eu quero mais é me abrir e que essa vida entre assim como se fosse o sol desvirginando a madrugada...

Sou tua namorada: então me deixa seguir viagem nesta estrada de versos de poetas perdidos entre nossas palavras desditas... Porque eles já disseram tantas coisas perfeitas... Eu só preciso dizer que te amo: te ganhar ou perder sem engano...


Muito obrigada a Chico, Gonzaguinha, Cazuza e Vinícius: sem eles, nada mais poderia dizer hoje...