
Nem me vem com tua falsa modéstia: pra mim tu és perfeito! Sabes que és meu ideal de perfeição: meu deus, por favor, apareça na televisão...
Tudo bem que, na falta de uma televisão, a tela de um computador pervertido qualquer e nada divino, apenas com rápidas e eficientes saídas para um banheiro ou, quem sabe, para o meu quarto, já tava servindo...
Saudades de tu, de passear no teu céu... De me sujar gostosamente nas fagulhas entre teus raios recém-acesos, com tuas nuvens prontinhas para me banhar... Sou mais mulher com o teu mais humano: tantas escolhas por tantos séculos e logo na tua eternidade é que fui me descobrir... renascida! Vai, me toca de novo, só mais uma vez, e me recria...
Nessa nossa mitologia, depois de você, os outros são os outros e só: não há mais ninguém em meu panteão!

10 comentários:
GOSTEI...UMA PROCURA PERFEITA
BJS
Tô vivendo esse momento nesse exato momento.
Coisa gostosa é viver!
ai, ai...
Adorei passar por aqui.
bom isso, heim? gosto da pronúncia de certas palavras: mitologia, eternidade... Bom fim de ano! abç!
hummmm apaixonadinha - rs
bj
Parabéns pela combinação aparentemente perfeita. Muito boa a sensação descrita e que ela dure por toda a eternidade.
Acho lindo quando as pessoas reconhecem esse sentimento e escrevem ou falam sobre ele sem medo algum.
Beijos
Olá Érica! Passando para desejar um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo pra ti e para os teus, e apreciar mais uma das tuas belas criações.
Beijos,
Furtado.
Saúde e paz no novo ano!
Pra que divindade
Se é da reciprocidade
Que se dá a criação
Então desfaçamos o panteão
E criemos uma pura dicotomia
Uma deusa menina que com o verbo cria
Um deus de fina perfeição
E esse deus filho e amante
Tomado por esse rompante
De repente
Doravante
Faz eterno o instante
Desejoso inconsequente
Esquece passado e presente
Numa perpétua devoção...
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