
Nem me vem com tua falsa modéstia: pra mim tu és perfeito! Sabes que és meu ideal de perfeição: meu deus, por favor, apareça na televisão...
Tudo bem que, na falta de uma televisão, a tela de um computador pervertido qualquer e nada divino, apenas com rápidas e eficientes saídas para um banheiro ou, quem sabe, para o meu quarto, já tava servindo...
Saudades de tu, de passear no teu céu... De me sujar gostosamente nas fagulhas entre teus raios recém-acesos, com tuas nuvens prontinhas para me banhar... Sou mais mulher com o teu mais humano: tantas escolhas por tantos séculos e logo na tua eternidade é que fui me descobrir... renascida! Vai, me toca de novo, só mais uma vez, e me recria...
Nessa nossa mitologia, depois de você, os outros são os outros e só: não há mais ninguém em meu panteão!
