segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Porque o amor é contingente e é necessário
Sempre amei o colo de uma mulher
A me consolar
O cheiro, as roupas, o jeito de mãe sábia
Que sabe de minhas necessidades mais caras...

Assim te vejo agora
A falar palavras tão macias com tua voz precisa
E necessária
A me acariciar o homem já quase sem paixão
Ou fé:
Não permita, Deus, que eu morra
Sem a encontrar
Pra me dizer ainda de tudo o que eu preciso ouvir
Com sua voz necessária
Com sua contingência de mulher
(De preferência, depois que ela me contar suas estórias
E me puser para dormir...)

(ELE)

3 comentários:

EU disse...

Tente passar pelo que estou passando
Tente apagar este teu novo engano
Tente me amar pois estou te amando
Baby, te amo, nem sei se te amo

Se intere da coisa sem haver engano
Baby te amo, nem sei se te amo

Beijo grande!

*Natália* disse...

O amor é contigente, contagiante...

Ai, o amor.. o amor...

§Anjo§ disse...

Olá Érica!
Adorei seu blog... Te seguindo!
Se quiser passar no meu cantinho pra conhecer: diarios-do-anjo.blogspot.com
Passa lá...
Beijinhos, bye